Há muitas e variadas, as classes privilegiadas... Mas hoje vou falar de médicos! São privilegiados em muitas coisas, a começar p'los salários e a acabar nas inúmeras benesses. Há uns dias vi um destacado senhor (do qual não me lembra o nome, desculpem) do Sindicato Independente dos Médicos a dizer que sector público vai ficar povoado p'los médicos dos PALOP e de pessoas do Leste.
Porquê? Porque o ataque sem precedentes à classe os vai obrigar a ir para o sector privado, que lhes irá oferecer condições que o Estado não oferece. E que basicamente se iria passar cá em Portugal o que já se passa em países como a Grã-Bretanha, em que o sector público de saúde é ministrado por profissionais oriundos das suas ex-colónias.
Já esquecendo a conotação de "profissionais de segunda" que é dada aos seus colegas não-nacionais (que é muito grave), ainda têm a distinta lata de quererem fazer algo que é serviço para todos no sector privado. Ou seja, teoricamente, o que é melhor vai para o privado! Ou seja, só os endinheirados é que podem ter serviços de saúde com excelencia. Os restantes ficam com as sobras. Aceito a iniciativa privada em quase tudo, tirando algumas coisas particulares: uma delas é a Saúde! A Saúde é algo que tem que ser do Estado, e só do Estado. Todos os cidadãos têm direito ao melhor que se faz de saúde, sem excepções e sem discriminação monetária.
Não aceito a privatização da Saúde. As profissões ligadas à Saúde deveriam ser sempre bem remuneradas sem dúvida (e são! são das classes privilegiadas mais bem pagas neste país!); mas essencialmente deveriam ser serviço para o cidadão exclusivamente. Não acredito em serviços privados.
Ganhar dinheiro com a saúde dos outros é, no meu humilde ponto de vista, imoral.
Porquê? Porque o ataque sem precedentes à classe os vai obrigar a ir para o sector privado, que lhes irá oferecer condições que o Estado não oferece. E que basicamente se iria passar cá em Portugal o que já se passa em países como a Grã-Bretanha, em que o sector público de saúde é ministrado por profissionais oriundos das suas ex-colónias.
Já esquecendo a conotação de "profissionais de segunda" que é dada aos seus colegas não-nacionais (que é muito grave), ainda têm a distinta lata de quererem fazer algo que é serviço para todos no sector privado. Ou seja, teoricamente, o que é melhor vai para o privado! Ou seja, só os endinheirados é que podem ter serviços de saúde com excelencia. Os restantes ficam com as sobras. Aceito a iniciativa privada em quase tudo, tirando algumas coisas particulares: uma delas é a Saúde! A Saúde é algo que tem que ser do Estado, e só do Estado. Todos os cidadãos têm direito ao melhor que se faz de saúde, sem excepções e sem discriminação monetária.
Não aceito a privatização da Saúde. As profissões ligadas à Saúde deveriam ser sempre bem remuneradas sem dúvida (e são! são das classes privilegiadas mais bem pagas neste país!); mas essencialmente deveriam ser serviço para o cidadão exclusivamente. Não acredito em serviços privados.
Ganhar dinheiro com a saúde dos outros é, no meu humilde ponto de vista, imoral.

5 comentários:
Kem chamar de segunda profissionais vindos das ex colónias com licenciaturas tiradas na nata das Universidades da Europa, as de Leste, ou dos próprios cidadãos de Leste, não sabe o que é ensino de qualidade e rigor. Quem me dera ter sido uma dessas priveligiadas. Venham os médicos e toda a qualidade de profissionaisdesses países, sejam-lhes dadas as condições que detém os senhores doutores (sem desprestigio para os imensos e maravilhosos que conheço)tugas e daqui a poucos anos vejam quem é que são os de segunda!
Quanto á privatização do sector entendo eu, salvo melhor opinião, que o sector privado tem de continuar e cada vez melhor (felizmente em 2 meses ouvi elogios fantasticos a 2 instituições hospitalares públicas).Não obsta que haja sector privado para quem não queira coabitar com as "pulgas" do "povo". Eu, saberão alguns, trabalhei muito tempo na area da saúde, ora num hospital(o fantastico IPOFG)ora na cupula da decisão politica sobre a matéria. Os senhores doutores médicos só devem fazer clinica pública ou privada e ponto. Mas as duas podem e devem existir.
Um reparo ao post: a classe médica não ganha fantasticamente. Isso só acontece quando se dedicam à ambiguidade de pairar entre o público e o privado sem o menor pudor fazendo 3 minutos no público e o resto nas grandes clinicas escravizando mesmo aí os de segunda, os de primeira que ainda n aprenderam!
Sejamos profissionais. Deixemos de ser um país de segunda.
A iliteracia, a ignorancia, a arrogância ignobil da mediocridade transformou este naco de terreno na imbeciolândia!
O nome correcto da doença que vitimou o zeca é esclerosa lateral amiotrofica!
Viva o PREC, o sempre assumido e nunca esquecido PREC!
Um médico, para ganhar bem, tem de trabalhar no privado. E mesmo aí, das duas uma, ou trabalho muito, ou rouba. Mas isso é igual em muitas outras profissões, seja advogado, seja empreiteiro.
Além disso um médico começa a trabalhar a sério muito mais tarde que qualquer outro profissional e por fim, não se pode comparar responsabilidades.
Quanto a serviços de saúde privados, porque não? Só lá vai quem quer. E garanto-te que se fora as coisas fossem melhores, eles por si só desapareciam.
Concordo com a Gattaparda.
Plenamenet de acordo.
bjos R
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